como gritava a coruja, o chamado forte.
demorei a escutar. ou, ela sabe, escutei diferente.
tinha vinho, um pote de mel, um canto que não era meu, e música boa.
a gente já mente no gene. a mente do gene da gente.
surgi num círculo enorme, passei olhando nos olhos de cada um. nao me viam.
eram os que se despediam de mim, eu nao os conheço.
a minha mãe falava, mas nao tinha som nem imagem.
mas vi a onda sonora, era ela.
girei na minha jaula redonda e quando pareci chegar ao fim..
'vou começar tudo de novo' respondi.
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